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Deus e a Medicina

O demônio era a causa da doença Para a sociedade desta época Deus era o principal agente da saúde e da doença. A luta entre o bem e o mal eram constantes. Era indispensável afastar as forças do demônio que ameaçavam a cada instante.

     Quando não era possível o tratamento por meios religiosos praticava-se uma incisão no corpo para que o demônio saísse. A pletora era entendida como uma acumulação excessiva de líquidos não só nos derrames, edemas e inflamação em geral, mas também como a causa da febre

 Assim os meios terapêuticos eram dirigidos contra a pletora através do jejum do uso de purgativos, diuréticos, clisteres, sangrias, etc.

  Sangria

  A terapêutica medicamentosa era muito variada, embora de reduzida eficácia. Desta a teriaga era a mais utilizada a teriaga derivava da idéia de que vários medicamentos ou venenos tomados em pequenas doses aumentavam a resistência do organismo. Considerava-se infalível como curativo e preventivo de inúmeras moléstias.

 Era uma panacéia misteriosa constituída por vários componentes (chegaram a 70) como por exemplo, produtos químicos, ervas, pedaços de animais (carne de víbora, ovos de sapo, ossos de vampiro etc.) que se consideravam venenosos ou "peçonhentos"

 Era um medicamento imprescindível no Sec XVI e era preparado por intelectuais em zonas públicas para comprovar a sua genuinidade.

    A farmacopéia ampliava-se cada vez mais com a descoberta de novos remédios, entre os quais os provenientes de terras recém descobertas. No sec XVI foram dados a conhecer à Europa o guaico, a sarça parrilha , a raiz da China , o tabaco, o chá, o café, todos eles considerados como plantas medicinais de extraordinário valor.

 A religião a astrologia a magia e o ocultismo continuavam apesar de tudo a influenciar e a orientar a terapêutica.