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Vasco da Gama

Vasco da GamaVasco da Gama nasceu em Sines, talvez em 1468, e veio a falecer na Índia, em Dezembro de 1524, quando desempenhava há apenas três meses o cargo de vice-rei, e os seus restos mortais foram transportados do Oriente para o convento de Nossa Senhora das Relíquias, próximo da vila da Vidigueira, onde permaneceram durante três séculos, e no ano de 1880 foram trasladados conjuntamente as ossadas de Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões para o Mosteiro dos Jerônimo.

Os seus túmulos, da autoria do escultor Costa Mota tio, encontram-se no sob-coro da igreja. Vasco da Gama e Luís de Camões  foram os dois representantes máximos da epopeia lusíada, que mereceram a honra de repousar ao lado de reis, foi o segundo filho de Estevão da Gama, rezam as crônicas que era Vasco da Gama “de meia estatura, de gênio cavaleiros, ousado para qualquer grande feito, no mando áspero, e assaz para temer em qualquer paixão, sofredor de trabalho e mui inflexível no castigo de culpas em cumprimento da justiça.

Vasco da Gama foi o capitão-mor da armada que entre os anos de 1497 e 1498, descobriu o caminho marítimo para a Índia, e como recompensa, Dom Manuel I nomeou-o almirante-mor do mar da Índia, com direito a “Dom”. Em 1524 fez a terceira viagem de Lisboa à Índia, como conde da Vidigueira e segundo Vice-rei, cargo que exerceu por pouco tempo, pois morreu alguns meses depois.

Desde o início do século XV, impulsionados pelo Infante D. Henrique, os portugueses vinham aprofundando o conhecimento sobre o litoral Africano. A partir da década de 1460, a meta tornara-se conseguir contornar a extremidade sul do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia - pimenta preta e outras especiarias - estabelecendo uma rota marítima de confiança. A República de Veneza dominava grande parte das rotas comerciais entre a Europa e a Ásia, e desde 1453 a tomada de Constantinopla pelos otomanos limitara o comércio e aumentara os custos. Portugal pretendia usar a rota iniciada por Bartolomeu Dias para quebrar o monopólio do comércio mediterrânico.

Quando Vasco da Gama tinha cerca de dez anos, esses planos de longo prazo estavam perto de ser concretizados: Bartolomeu Dias tinha retornado de dobrar o Cabo da Boa Esperança, depois de explorar o "Rio do Infante" (Great Fish River, na atual África do Sul) e após ter verificado que a costa desconhecida se estendia para o nordeste.

Em simultâneo foram feitas explorações por terra durante o reinado de D. João II de Portugal, suportando a teoria de que a Índia era acessível por mar a partir do Oceano Atlântico. Pero da Covilhã e Afonso de Paiva foram enviados via Barcelona, Nápoles e Rodes até Alexandria, porta para Aden, Ormuz e Índia. Faltava apenas um navegador comprovar a ligação entre os achados de Bartolomeu Dias e os de Pero da Covilhã e Afonso de Paiva, para inaugurar uma rota de comércio potencialmente lucrativa para o Oceano Índico. A tarefa fora inicialmente atribuída por D. João II a Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama. Contudo, dada a morte de ambos, em Julho de 1497 o comando da expedição foi delegado pelo novo rei D. Manuel I de Portugal a Vasco da Gama, possivelmente tendo em conta o seu desempenho ao proteger os interesses comerciais portugueses de depredações pelos franceses ao longo da Costa do Ouro Africana. A chamada Primeira Armada da Índia seria financiada em parte pelo banqueiro florentino Girolamo Sernige[carece de fontes.


Texto retirado dos Sites:

http://www.hirondino.com/historia-de-portugal/vasco-da-gama/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_da_Gama