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Estado do Acre

 

Origem do nome do Estado, vem de Áquiri, forma pela qual os exploradores da região transcreveram a palavra Uwákuru, do dialeto dos índios Ipurinã.

A incorporação do Acre ao Brasil decorreu do desbragamento de populações do Nordeste, que o povoaram e o fizeram produtivo, desbravamento causado pelas secas e pelo alto preço da borracha nos mercados internacionais no final do século XIX.

O território do Acre pertencia à Bolívia até o início do século XX, embora desde as primeiras décadas do século XIX a maioria da sua população fosse formada por brasileiros que exploravam os seringais e não obedeciam à autoridade boliviana, formando, na prática, um território independente e exigindo a sua anexação ao Brasil.

1899 - na tentativa de assegurar o domínio da área, os bolivianos instituíram a cobrança de impostos e fundaram a cidade de Puerto Alonso, hoje Porto Acre. Os brasileiros revoltaram-se com tal providência, o que resultou na disseminação de vários conflitos, que somente terminaram com a assinatura, em 17 de novembro de 1903, do Tratado de Petrópolis, pelo qual o Brasil adquiriu, em parte por compra e em parte pela troca de pequenas áreas nos Estados do Amazonas e Mato Grosso, o futuro território e depois Estado do Acre.

1920 - A administração do Acre passou a ser exercida por um Governador, nomeado pelo Presidente da República.

Pela Constituição de 1934, o Território passou a ter direito a dois representantes na Câmara dos Deputados.

1957 - Projeto apresentado pelo Deputado José Guiomar dos Santos elevava o Território à categoria de Estado, o que resultou na Lei nº. 4.070, de 15 de junho de 1962, sancionada pelo então Presidente da República, João Goulart.

 


 

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